Descrição
Um pai não sabe. E se lhe adicionarmos alguma tecnologia? Uma mãe sabe. E se lhe retirarmos algum poder? Os pais de hoje são mais ou menos do que os nossos foram? As que decidem não ser mães serão menos mulheres por isso? As inquietações de um pai de primeira viagem são para ser levadas a sério ou são apenas reflexo da imaturidade e da dificuldade em encontrar o seu novo papel? Em MenMilk, conhecemos Afonso Castro, CEO de uma empresa tecnológica, que empurra limites éticos para zonas duvidosas, na ânsia de encontrar, ou de fabricar, o seu papel de pai. Fá-lo-á para, como diz: “melhorar as experiências da maternidade e da paternidade” ou apenas para apagar o seu sentimento de impotência? Ao transportar a sua experiência pessoal como pai para o mundo dos negócios, Afonso depara-se com questões éticas, dúvidas existenciais e reações da sociedade em relação ao seu propósito e ao impacto das suas ações.
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